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DIREITA OU ESQUERDA. VOU VER

03/10/2022 16:05

DIREITA OU ESQUERDA. VOU VER

 

DO EVANGELHO DE JESUS

Disse-lhe Jesus: Se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e dá-o aos pobres, e terás um tesouro no céu; e vem, e segue-me.
E o jovem, ouvindo esta palavra, retirou-se triste, porque possuía muitas propriedades - Mateus 19:21-22

 

A gente vive debaixo de um Poder Político que desconsidera o ser humano e seus valores existenciais, que são a inteligência, a saúde e a liberdade. As três coisas são na verdade uma só: vida.

Esse Poder Político, está ocupado e exercido por uns poucos seres humanos que se julgam "Donos do Poder", por se entenderem maiores, mais fortes e mais inteligentes que a grande maioria, composta de outros seres humanos que se ocupam em viver as próprias vidas.

Por desconsiderarem a maioria, os "Donos do Poder" brigam entre si para que o mais “poderoso” ocupe o Poder. Nessa disputa a regra é não ter regra. Um verdadeiro “vale tudo”.

Em dado momento da história, esses divergentes, contendores, divergente, mas nunca diferentes, receberam os títulos de “direita” e “esquerda”, sendo  de um lado ficam os de direita, aqueles se que se pautam pelo egocentrismo, entendendo que podem ter tudo e fazerem  que quiserem.  De outro lado, ficam os de esquerda, aqueles que também se pautam pelo egocentrismo, mas, diferentemente dos primeiros, não querem tudo para si, mas querem mandar em tudo e em todos, por serem mais sábios e mais inteligentes.

Na prática, o resultado é sempre o mesmo. Seja por se ter tudo ou por se mandar em tudo, o egocentrismo é o valor único a ser considerado.

E porque os dois lados “têm razão”, cada um com a sua, as regras da disputa se resumem em um verdadeiro “vale tudo”. Aparentemente, são civilizados, corteses, ... “democráticos” (uma democracia sem povo). Ocorre que essa aparência prevalece enquanto não esgota a força do pensamento. Quando isso acontece, a regra passa a ser o pensamento da força.

Em resumo, trata-se de uma mesma moeda com as suas faces. O problema é quando ela perde o equilíbrio e cai para um lado.

Entre esses dois lados existem “os do centro”, conciliadores, que se acham com direito de ter tudo, mas que dão um “pouquinho para os pobres” de forma messiânica e, de outro lado, aqueles que deixam os pobres pensarem, desde que seja do "jeito deles".

Essa posição, no Brasil é ocupada pelo chamado “Centrão”, cujo interesse em nada se parece com ponto de equilibrio para a conciliação dos extremos. Na verdade, o interesse demonstrado por esse grupo é apenas estar próximo aos ocupantes do poder que se utiliza-se dele, quando necessita completar o número de votos para aprovação de algum projeto de lei, sempre em troca de cargos ou outros favores, sendo desconsiderado aspecto moral ou ideológico da matéria interessada.

E assim, vem caminhando a humanidade brasileira, ... até chegar na encruzilhada da vida.

Mas a solução ja se apresentou em uma ideia de bom senso. Um Alguém, algum dia  falou em paz, prosperidade e liberdade.

Ensinou que nada é melhor que cada indivíduo esteja bem consigo mesmo, em seu íntimo, alegre e satisfeito. Pois, assim, conhecendo a si mesmo, entendendo o que lhe basta, aprende a conciliar “necessidade” com “possibilidade”, compreendendo que, com base nesses valores vive a vida com leveza, liberdade e prosperidade, sem ter o trabalho de impedir que seu semelhante tenha a própria vida como ele tem a sua, alegre e próspera.

“Dar o que tem aos pobres”, significa livrar-se do excesso e, ao mesmo tempo proporcionar ao semelhante a necessário para sobreviver dignamente e agir com liberdade. Essa é a orientação básica de Jesus. Quem se habilita?

 

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JESUS E SEUS APOSTOLOS DE ONTEM E DE HOJE

29/09/2022 16:53

JESUS E SEUS APOSTOLOS, ONTEM E HOJE

Lucas e Paulo Cesar Pinheiro

 

“... você me prende vivo, eu escapo morto”. 

Pesadelo - Paulo Cesar Pinheiro.

"Digo-vos, pois, amigos meus: não temais os que matam o corpo e, depois disso, nada mais podem fazer."

Evangelho (Lucas 12.4)

Paulo Cesar Pinheiro, poeta, sambista nacionalmente conhecido e reconhecido; autor de tantas e belas músicas que embalam e machucam os corações apaixonados desse nosso Brasil.

Pois é. Essa criatura de Nosso Deus, por inspiração não menos que Divina (nem sei se ele entende assim) trouxe essa pérola de poesia, parte da música “pesadelo”, feita em parceria com Mauricio Tapajós.

Essa é a letra da composição:

PESADELO

Quando um muro separa uma ponte une
se a vingança encara, o remorso pune
você vem me agarra, alguém vem me solta
você vai na marra, ela um dia volta
e se a força, tua ela um dia e nossa

Olha muro, olha a ponte
olha o dia de ontem, chegando
que medo você tem de nós
olha ai.

Você corta um verso, eu escrevo outro
você me prende vivo, eu escapo morto
de repente, olha eu de novo,
perturbando a paz, exigindo o troco
vamos por ai, eu e meu cachorro;

Olha um verso, olha outro,
olha o velho, olha o moço chegando,
que medo você tem de nós
olha ai.

O muro caiu, olha a ponte
da liberdade guardiã;
o braço do cristo horizonte
abraça o dia de manhã
olha ai.

Essa letra, de beleza intensa, expressa a mais absoluta insatisfação e indignação com as atitudes de autoridades que fazem censura a trabalhos intelectuais, cortando palavras e frases e, sufocando pensamento.

Ao lado da indignação, a letra expressa serenidade de alguém que tem plena convicção de que, embora submetido à autoridade, pode alcançar a liberdade de expressão, com um auxilio que a autoridade não entende, mas que ainda se  mostra mais poderoso que ela.

Esse auxilio poderoso ja substitui no coração do poeta, o muro pela ponte, a vingança pelo remorso; substitui a prisão pela liberdade e, até toma a força do forte.

A letra mostra o medo que a autoridade tem do poeta, que representa a multidão silenciosa e, por isso, corta um verso; mas o poeta escreve outro. Mesmo sendo preso vivo, o poeta escapa morto e sai por aí com seu amigo fiel, o cachorro.

Depois do poeta vem mais um e outro verso...; vem o velho e o moço. A autoridade sente o peso do auxilio que o poeta recebeu e mostra seu medo, por isso reprime.

O muro cai e surge a ponte da liberdade garantida que o poeta identifica como o braço do cristo apontando no horizonte o futuro.

Olha aí. Paulo Cesar Pinheiro. Apostolo de Jesus(?)

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O JEITO JESUS DE SER

05/08/2022 19:18

 

Aprendendo a viver com Jesus

( Um exemplo de fé e ousadia)

O Evangelho de Mateus, cap. 6: 25, diz o seguinte: “Por isso vos digo: Não andeis cuidadosos quanto à vossa vida, pelo que haveis de comer ou pelo que haveis de beber; nem quanto ao vosso corpo, pelo que haveis de vestir. Não é a vida mais do que o mantimento, e o corpo mais do que o vestuário? ”

Gente, Bom dia.  Paz pra você também. Hoje parei pra ler melhor essa lição de Jesus no Evangelho de Mateus, cap. 6. A do verso 25, então, é ótima. Ela é a mais pura e simples verdade. Pensa um pouco. A gente entra no mundo pelado, sem frio, sem fome e sem vergonha. Assim que nasce, já reclama de frio e fome. Só não reclama roupa porque não tem vergonha. Basta crescer um pouco e começa a fazer chantagem e agir com egoísmo; e a vaidade logo aparece. Com o tempo tudo isso só piora e gente vai perdendo a identidade, ficando dependente, frágil, sem iniciativa... uma inutilidade!

Se continuasse como no início, a gente passaria pela vida pronto pra sair, sem precisar vestir e nem comer e, nem dependeria da opinião alheia, já que seria autentico; sem vergonha, nem vaidade.

Difícil seria para os donos do mundo e para o “Sistema”. Afinal, a quem iriam prender nas necessidades de comer, vestir e da opinião alheia.

Eh!... Jesus foi mesmo do C*****o. Só matando mesmo!

E então.  Dá pra acompanhar?

 

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TRADIÇÃO E/OU VANGUARDA (OU TÁ RUIM PRA TODO MUNDO)

14/05/2022 20:38

 

TRADIÇÃO E/OU VANGUARDA (OU TÁ RUIM PRA TODO MUNDO INTRODUÇÃO)

Ao longo da história do Brasil , tida e havida como oficial, no pós-abolição, os ex-escravos e seus decendentes vem se reunindo em famílias e as famílias reunidas em comunidades que com as transformações e a urbanização sociais, tem-se visto diante do dilema da escolha: preservar a tradição de seus valores, não tendo acesso aos possíveis benefícios de uma  “integração (inclusão) social”, sintonizada com a urbanização e o “desenvolvimento social”; ou dar-se à essa, integração, com o risco da perda de sua identidade cultural, diluída ou fragmentada pelos "meios de produção ou divulgação cultural” recebendo dos mesmos tratamentos de “estórias” ou “folclore”, em detrimento da história preservada para as novas gerações que ficam sem contato com sua história cultural, tomando conhecimento tão somente de fragmentos que carecem de significados, se vistos isoladamente, mas com possibilidade de acesso aos bens materiais que a vida moderna proporciona, ou manter suas tradições preservadas das invasões oportunistas que, em detrimento da história a ser preservada para a identificação das novas gerações, registrando aspectos e elementos dessa mesma tradição de forma isolada, com aparência de criação individual (ou grupo artístico), sem a devida consideração, benefício e fortalecimento da tradição e da comunidade que a preserva.

A incipiência organizacional da vida dessas comunidades, consequência da desidentificação provocada pelo desterramento escravista, gerou e continua a gerar dificuldades nas sobrevivências individuais, familiares e comunitárias. A vida dos tempos modernos vem ganhando velocidade em sua evolução, tanto mais com a aceleração tecnológica, ficando essas comunidades/raiz relegadas a segundo... terceiro,.. quarto plano..., quando vista dentro de uma perspectiva meramente tecno-desenvolvimentista, isto é, um olhar exclusivamente de mero desenvolvimentismo tecnológico  .

Com isso, a perda da tradição e da identidade cultural vem ocorrendo a despeito dos cuidados daqueles que se dedicam ao trabalho de preservá-las.

Em consequência do impasse, perde-se um bem cultural, pelo esquecimento, na medida em que deixa de ser praticado e transferido para a descendência. Perde-se também a identidade de um grande segmento do extrato social, o que tem levando um grande número de pessoas a se transferirem de seus lugares de origem, geralmente, para os grandes centros, em busca de sobrevivência e melhores(?) perspectivas; por isso levadas a ocuparem favelas, criando seus filhos de maneira marginalizada, aumentando os bolsões de miséria já existentes.

E por falar em bolsões de miséria, é preciso que quem assiste essa situação com o sentimento e o pensamento de  não ser isso problema seu, sofre de um monstruoso engano.

Queiramos nós ou não, gostemos ou não, todos vivemos num país chamado Brasil, cuja identidade cultural ainda se acha em formação. Essa identidade cultural vem sendo formada por pessoas, ... famílias, ... comunidades que aqui se encontraram um dia.

Queiramos nos ou não, gostemos ou não, essas comunidades têm culturas diversas. Os índios, originalmente brasileiros, vivem isolados e massacrados em suas aldeias, ressalvadas raras exceções. Os  negros, descendentes de outros “transplantados”, mas não enraizados, espalharam-se por todo o território nacional, sofrendo de um banzo que os acompanha até os nossos dias e, os brancos (descendentes de portugueses) vivem como que de costas para a sua própria realidade, assistindo e acalentando hábitos e valores europeus e norte-americanos, esquecidos ou ignorantes de que descendem de portugueses degredados de sua sociedade de origem, obrigados a darem início a uma adaptação; assim como os negros, sofrem também o seu “banzo”. Embora se digam senhores das terras e das gentes, não demonstram identidade, intimidade, nem mesmo com as posições que pensam ocupar.

 

 

 

 

 

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APRESENTAÇÃO

19/12/2013 01:55

Apresente a si a vida.

A vida é como uma grande escada em que se sobe degrau a degrau.

Cada degrau com suas lições, possibilidades, oportunidades...

Cada degrau é um patamar com suas demandas, exigências, competências...

Cada degrau é um palco onde se apresenta produzindo êxitos,fracassos,sucessos. Enfim.  (mal ou bem... sucedidos)...

Sofre-se amores e dores, adquire-se competências que as exigências demandam.  

São oportunidades, possibilitadas pelas lições aprendidas.

Degraus e degraus da grande escada da vida galgados. 

Até que se alcança o alto patamar do palco e  se apresenta ao grande público (?)

Se não se apresenta,  não se tem êxitos nem fracassos, apenas sucesso bem ou mal sucedidos.

Não sente amores nem dores. Não atende às demandas de exigências  competências, nem aprende as lições que as oportunidades possibilitam... por não estar no palco (patamar,pulpito, altar), não se vê na grande escada (vida).

Apresente-se à vida.

Marcelo Paiva Correa

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AMOR - MEDITANDO A RESPEITO

04/11/2013 22:12

MEDITAÇÃO

Quem acreditou/ no amor, no sorriso e na flor/ então, sonhou, sonhou/ e perdeu a paz/ o amor, o sorriso e a flor/ se transformam depressa demais/ Quem no coração/ abrigou a tristeza de ver/ tudo isso se perder/ e na solidão/ procurou um caminho e seguiu/ já descrente de um dia feliz/ Quem chorou, chorou/ de tanto que seu pranto já secou/ Quem depois voltou/ ao amor, ao sorriso e à flor/ então tudo encontrou/ pois a própria dor/ revelou o caminho do amor e a tristeza acabou.

(Tom Jobim e Milton Mendonça)

Dias atrás, ouvindo essa música chamada Meditação, autoria de Tom Jobim e Milton Mendonça, achei interessante porque ela me sugeriu idéias como antes não acontecia. E olha que eu praticamente nasci ouvindo as músicas de Tom Jobim!  Dentre tantas, essa, Meditação.

Letras em linguagem coloquial sempre me chamaram a atenção, desde a infância. Mas essa me dava a idéia de poder ir um pouco mais adiante... É como quando se come algo saboroso, um doce amargo que no final deixa um leve desejo de querer mais um pouquinho... e a impressão de poder mais.

Quando voltei a ouvi-la, recentemente, deu-me idéia de extensão..., recomeço..., superação... e me fez recordar os meus sentimentos da infância. Agora, com algum esclarecimento, associei a letra à historia de Lázaro. Aquele personagem bíblico que teria sido ressuscitado por Jesus Cristo.

Consta que Lázaro (Jo. 11.11-12) adoeceu. Suas irmãs (Maria e Marta) mandaram chamar Jesus que era seus amigo, mas como ele estava em lugar distante, quatro dias de viagem, não conseguiria alcançar seu amigo com vida.

Jesus tomou conhecimento da morte quando ainda estava a caminho, mas mesmo assim continuou na mesma direção, dizendo aos seus acompanhantes que Lázaro fora glorificado, para em seguida afirmar que ele morrera mesmo.

Ao chegar, Jesus, foi ao local onde o corpo estava, mandou a Lazaro que se levantasse e andasse e, ele obedeceu. Levantou-se e andou, simples assim.

Registra o Evangelista João que essa ressurreição provocou o acirramento da vigilância dos governantes sobre Jesus que passou a ser mal visto e perseguido; considerado ameaça à estabilidade social (pura política, né?).

Já Lázaro, que era a prova viva dos “super poderes” do Mestre, já se assentava ao lado Dele em ceia de páscoa e, por causa dele, muitos passaram a acreditar em Jesus.

Daí em diante não se fala mais do sujeito. Lázaro mudou depois de ressuscitar? Que tipo de mudança sofreu?... se foi feliz ou infeliz... nada.

Mas eu quero destacar dois momentos da narrativa. O primeiro, quando Jesus afirma aos companheiros que Lazaro havia sido glorificado e, ao final, quando se tem a noticia de que ele se assentara ao lado do Mestre à mesa da ceia da páscoa.

Considerando que estar ao lado de Jesus pode ser considerado uma gloria, em razão de seu status moral (afinal, ele era “o Mestre”), pode-se concluir que a ressurreição de Lázafo proporcionou-lhe um salto de qualidade em sua vida, dando a ele condições de estar ao lado de Jesus Cristo. Isso é ser glorificado.

Já a letra de Meditação, de inicio, descreve alguém iludido e já sentindo a dor de uma perda, preso a uma concepção estática do que é a expressão do dinamismo, “o amor, o sorriso e a flor”, que, como tudo na vida está em constante transformação, evolui. O amor é motivação, combustível da vida; o sorriso é a expressão do dinamismo. Só se mantém enquanto há satisfação, que, por sua vez, é dinâmica ; e a flor é a expressão da permanência na renovação, pois, toda flor resulta de outra que murchou e morreu e, murchando e morrendo é semente de outra que terá o mesmo destino.

 Quem não acompanha essa evolução, “perde o tempo da bola”, na linguagem dos campos de futebol. Fica atrasado, vivendo uma realidade superada e, por isso “sonha, sonha”.

Quando o retardatário se descobre superado... fora de sintonia, “ele perde a paz”.  Na verdade, a paz perdida era apenas o sentimento do conforto, da segurança e da certeza de estar bem sintonizado, desperto lúcido, atento, fora do alcance das dificuldades que vê nos outros. Pura ilusão.

Quando sente ruir sob seus pés toda a sua base de sustentação e, com ela, a sua ilusória realidade, que nada mais era senão as crenças do “homem velho” (como diz Paulo de Tarso em uma de suas cartas) que morre nessa derrocada, depois de se entristecer, descrer, chorar... chorar... até as lágrimas secarem... e ele admitir, depois de tudo isso, que permaneceu vivo, assim como tudo a sua volta. A vida apenas continuou seu curso, sem qualquer alteração. 

De fato, a realidade não se alterou. Nada se alterou, senão ele mesmo que tomou consciência de si e, entendendo o sentido da palavra humildade, “voltou ao amor, ao sorriso e à flor, então tudo encontrou, pois a própria dor revelou o caminho do amor e a tristeza acabou”.

Assim como o desiludido da canção, Lázaro que, já estava doente e moribundo. Morreu e ressurgiu glorificado, conforme a previsão de Jesus, no inicio do texto de João Evangelista.

O desiludido acabou com a tristeza, enquanto Lázaro foi ceiar ao lado de Jesus.

É!... É preciso pensar na ideia que se faz do amor. Prisão ou liberdade?

Marcelo Paiva Correa

 

 

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SER O SAL DA TERRA, SER A LUZ DO MUNDO.

18/09/2013 13:31

 

A subida ao Monte do Sermão, das Bem-Aventuranças, mostra que o Discípulo Cristão que consegue fazê-la, conquista de forma plena os valores queridos e temidos por todos os que estão com os pés na terra.  Todos queremos equilíbrio emocional e tranquilidade e, muitos de nós já sabemos como conquistá-los. Essa conquista pode ser resumida em duas palavras: liberdade e responsabilidade.

Com esses valores, esse legítimo seguidor do Cristo já não consegue estar no meio da humanidade terrena sem mostrar sua identidade. Ele se torna “Sal da Terra” e “Luz do Mundo”. Mas isso na visão dos outros e não na dele mesmo, isto é, ele não se sente melhor ou mesmo diferente dos outros. Apenas vive conforme seus  conhecimentos e sentimentos, como ocorre a qualquer pessoa.

A diferença está naquilo que ele representa para a sociedade. Ele faz a diferença. Por isso o Mestre Jesus chamou os seus discípulos de “Sal da Terra” e “Luz do Mundo”, depois de ter subido o monte e ensinado a eles sobre as Bem-Aventuranças. (Mt. 5.13-14).

Só não se pode esquecer que o Mestre Jesus não completou a subida no monte. Ele apenas a iniciou, parou e se assentou e esperou que  quando os discípulos o alcançassem. Isso mostra que os discípulos ouviram do Mestre essa lição, mas não diz que eles subiram o Monte completamente, ou apenas tiveram notícia de como alcançar as bem-aventuranças.

Por outro lado, conta a história que após a morte de Jesus, os seus discípulos tornaram-se profetas, divulgando a sua Filosofia pelas mais diversas regiões e que foram agredidos e até mortos, tornando fato o previsto no Sermão do Monte (mt. 5.11).

Para ser o “Sal da Terra” é necessário ser diferente do homem comum. É necessário que a diferença apareça para todos e que todos tenham consciência dela, como ocorre em relação ao sal. Afinal, comida com sal tem um sabor diferente (melhor) que a comida sem sal, mas em contato com pele, não é nada agradável. Mas se o sal é insípido, isto é, se não salga, ele perde o seu valor e não adquire qualquer outro. Sal que não salga não é sal e nem é outra coisa. Portanto não tem utilidade.

O Mestre Jesus chamou os discípulos de “Luz do Mundo”, ensinando que “não se pode esconder a cidade edificada sobre o monte e não se acende a candeia para colocá-la debaixo do alqueire, mas no velador para iluminar a todos que estão na casa”. Mt. 5.15)

Isto significa que aquele que aprendeu a lição, adquiriu conhecimento e se esclareceu, passa a viver com base nesse esclarecimento adquirido. Qualquer coisa que diga ou faça, estará expressando a sua maneira de ser e pensar, tornando-se fonte de esclarecimento e inspiração para outros que com ele convivem, servindo-lhes de exemplo. Mesmo que não queira.

Isso me faz lembrar um ditado popular que identifica bem a situação. Diz o ditado que “em terra de cego, quem tem um olho é rei”. Mas existe outra versão do mesmo ditado que diz que “em terra de cego quem tem um olho é aleijado”. Que contradição, né?

E ainda há quem duvide da sabedoria popular!... No entanto, pode-se encontrar isso no Sermão do Monte: O Discípulo Cristão que se torna pacificador, porque tem o coração limpo, é perseguido e injuriado, como qualquer marginal.(Mt. 5.11)

Não se acha em lugar algum escrito que esse cristão está satisfeito com a convivência que tem ou com os tratamentos que recebe dos outros.

O sal e a luz provocam insatisfação em muitas pessoas que rejeitam a novidade negando-se a admitir necessidade e possibilidade de mudança.

Essas pessoas preferem comer sem tempero e viver no escuro, a se movimentarem da posição em que se encontram e experimentarem a comida temperada e a iluminação. Dizem que não gostam do sabor e que a luz não as deixa enxergar. Daí, surgem os atritos entre a maioria que não quer mudança e os discípulos do Cristo que, para continuarem vivendo, necessitam expressar os valores adquiridos.

Por isso Jesus os chama de Bem-Aventurados. Mas só será de fato bem-aventurado, isto é, só será feliz aquele que tiver a atenção voltada para outras dimensões existenciais, onde já se vivencia os valores por ele adquirido.  Essas dimensões que Jesus não esclarece, mas promete ao discípulo que põe em prática os ensinamentos e não esconde dos homens os seus valores conquistados. Em planos mais desenvolvidos, onde os seres mais capacitados reconhecem o valor desse esforço terá o reconhecimento. E tambem na civilização terrena do futuro, quando a humanidade aprender a lição e “glorificar o Pai que está nos céus”. (Mt. 5.16).

Por tudo isso, ele não pode se prender e se perder nas reações de rejeição dos outros, por ser quem é, sob pena de deixar de ser sal ou apagar-se, perdendo a sua essência e deixando de ser quem é. É necessário entender que rejeição é respeito e consideração, manifestados às avessas. Quem sente rejeição por algum valor, guarda esse sentimento porque reconhece o valor e tem respeito por ele; manifesta esse reconhecimento e respeito  de forma negativa porque o valor não lhe favorece os interesses provoca desconforto.

Muitas vezes cristãos ficam tímidos e acanhados ao descobrirem potenciais e qualidades que em poucas pessoas se encontram. Equivocadamente, acreditam ou são levados a acreditar que para serem bem aceitos no meio social, para serem queridos e ter amigos, devem esconder suas qualidades; equivocadamente, deixam-se levar por aqueles que reconhecem o valor de suas características e, que ao lhe perceberem a ingenuidade (ou delicadeza) tiram todo o proveito possível, sem qualquer consideração. E o Cristão deixa-se explorar, acreditando-se humilde, equivocadamente.

Por tudo isso, “brilhai a vossa luz”, conforme a recomendação do Mestre Jesus. Isso faz bem para a sociedade, faz bem para a evolução da espécie, mas o principal beneficiado é o próprio Discípulo do Cristo, que deixa de ser iluminado para ser luminoso e não para no meio do seu caminho.

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A DIRETRIZ

11/09/2013 10:20

VENCER O MUNDO (OU VENCER NO MUNDO)

CADA UM DE NÓS É APOSTOLO DE SEU TEMPO
 

“... Mas tende bom ânimo, eu venci o mundo.” (João 16:33)

 

Jesus Cristo, o Mestre de todos nós, já nos seus últimos dias, quando já preparava os seus discípulos para a separação que viria acontecer, esclarecia-os de forma direta e sem parábolas, das dificuldades, perseguições, maus tratos pelos quais eles passariam, após a partida Dele. Mostrava a eles que as dificuldades eram prenúncio de novos tempos de que eles mesmos se ocupariam, divulgando o seu pensamento e as suas lições. Por essa razão, deveriam animar-se, pois, ele mesmo já passara e ainda viria passar por muitas dificuldades, prevendo inclusive o seu supremo sacrifício.

Ensinou que nada deveria tirar-lhes o bom ânimo, já que Ele, apesar de tantas aflições, havia vencido o mundoisto é, não mudou de postura quanto ao seu entendimento e seus princípios e não se deixou arrastar pelos equívocos e escândalos que ocorriam ao seu redor.

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Em todos os tempos desceram ao planeta  anunciadores das Verdades Divinas

Antes do Mestre Jesus Cristo, vieram grandes guerreiros, filósofos, profetas... Depois Dele, vieram os Seus discípulos que conviveram com Ele e ainda outros em momentos posteriores, como ainda se vê contemporaneamente.

Embora a humanidade, nos dias que correm, não admita, e até prefira não pensar no assunto para não ter responsabilidade, os profetas, os apóstolos do Cristo, continuam a descer no planeta, trazendo algo de Evangelho -notícia do Reino de Deus- que Espíritas chamam de Plano Espiritual, os Católicos de Céu e os Evangélicos, em suas inúmeras denominações, de Paraíso; são escritores, cantores, atores, esportistas e outros que se destacam nas mais diversas áreas de atividade profissional ou social e cujas trajetórias de vivência mostram fatos previstos ou descritos nos textos bíblicos.

Essas pessoas surgem muitas vezes de situações de extrema adversidade para o estrelato, posição em que são vistos e notados por todos, muitas vezes, inconscientemente, fazendo de sua experiencia pessoal lição quanto ao que se deve ou não fazer na vida.

Aqui eu destaco alguém que em meu entendimento, desempenhou esse papel de seu modo. Não sei por qual extensão de tempo nem com que intensidade; se durante a sua vida ou num momento de inspiração poética.

Nas décadas de 60 (sessenta) e 70 (setenta) fez muito sucesso no brasil, um cantor/compositor chamado Taiguara que, em meio a tanta discórdia e violência, cantava temas de conciliação e esperança, usando linguagem e elementos típicos da época.

O mais interessante é que isso é recente. É coisa de nosso tempo.

Uma dessas suas composições mostra bem qual era a sua orientação, tipicamente cristã. (Ser cristão não é necessariamente idolatrar ou seguir Jesus Cristo. Mas sim, entender e exercitar sua filosofia e conduta por ele divulgada).

O título da canção é “ QUE AS CRIANÇA CANTEM LIVRES”  e ela tem essa letra:

O tempo passa e atravessa as avenidas
E o fruto cresce, pesa e enverga o velho pé
E o vento forte quebra as telhas e vidraças
E o livro sábio deixa em branco o que não é

Pode não ser essa mulher o que te falta
Pode não ser esse calor o que faz mal
Pode não ser essa gravata o que sufoca
Ou essa falta de dinheiro que é fatal

Vê como um fogo brando funde um ferro duro
Vê como o asfalto é teu jardim se você crê
Que há sol nascente avermelhando o céu escuro
Chamando os homens pro seu tempo de viver

E que as crianças cantem livres sobre os muros
E ensinem sonho ao que não pode amar sem dor
E que o passado abra os presentes pro futuro
Que não dormiu e preparou o amanhecer. -

Em um tempo de tanta desordem institucional, tempo farto em violência, desmandos e rebeldias; alguém cantando, propõe abertura de condições para que as crianças se expressassem com sua pureza.

Alguém que sem afetação de liderança ou autoridade, sugere que seja observado “o outro lado das coisas e das situações”, dizendo que o problema pode não ser meramente sexual, pode não ser as formalidades (representadas na gravata), pode não ser a falta de dinheiro.

Propõe a fé e a esperança, isto na permanência serena, mas firme do fogo brando, cujo efeito é derreter o ferro duro.

Propõe a transformação da realidade pela fé, quando diz: “vê como o asfalto é seu jardim... se você crê” na claridade do sol que ilumina a noite, alertando os  homens para a própria vida. Coisa que as crianças fazem espontaneamente.

Termina mostrando que criança livre significa futuro promissor e esclarecido para quem hoje não é capaz de amar sem sentir dor.

Mostra ainda na linha do tempo que os fatos se sucedem naturalmente, sem atropelos ou trapaças, quando diz: “e que o passado abra os presentes pro futuro que não dormiu e preparou o amanhecer”, isto é, tempo de esclarecimento, entendimento e compreensão.

Nada diferente do que pregam os seguidores do pensamento de Jeus.

Taiguara, hoje teria algo em torno de 65 anos, trata-se de alguém absolutamente contemporâneo, vivendo em nosso tempo, sob as mesmas influencias que sofremos. Não tenho conhecimento se era filiado a qualquer filosofia religiosa. O certo é que ele veio, viu, trabalhou, viveu, e seguiu. Se venceu ou não, não cabe aqui avaliação.

Uma coisa eu posso dizer daqui do meu canto, sem medo de errar, cada um que desceu (ou ainda está) aqui e vai trilhando seu caminho, é um discípulo, apóstolo do Mestre Jesus que transmitiu uma diretriz. É imprescindível a cada um que tenha e faça uso de seu auto reconhecimento e não se perca de si mesmo.


 

 

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A REGRA DE O U R O

04/09/2013 10:17

 

A  R E G R A   D E   O U R O

R E C I P R O C I D A D E    >><< E D A D I C O R P I C E R 

Faz algum tempo, em um ambiente de estudo, em meio ao debate, ouvi de um colega o seguinte comentário: para se ter uma boa convivência em qualquer setor da vida, é necessário usar a Regra de Ouro.  Como até então não conhecia essa expressão, ela me chamou a atenção. Mas como a conversa ganhou outros rumos, eu fiquei sem entender qual era a Regra de Ouro.

Passado o tempo, veio a idade, foram-se alguns cabelos, outros perderam a cor, e eis que me deparo com a lembrança da Regra de Ouro, cujo significado já é do meu domínio. E como há tempos deixei de ouvi-la, fiquei me perguntando se a regra deixou de existir ou foi o ouro que perdeu o valor?

A lembrança (já de muitos anos) e o sentimento que com ela veio trouxeram a nítida impressão de estar sendo observado do mesmo modo que eu, na juventude, rindo, observava pessoas mais velhas, quando contavam historias de outros tempos, falando de retretas e serestas... de coisas antigas... Saudosismo...

Por falar em saudosismo, ficou também no passado a idéia de que, na política, para alguém se eleger, o que devia fazer era adotar um partido, seguir o seu líder, como fiel escudeiro e mostrar-se contrario ao adversário, fosse o que fosse, onde e como fosse.

Hoje, as coligações são mais importantes que os partidos e são resultados de negociações inimagináveis tempos atrás, quando as ideologias e os princípios ainda eram observados.

Quando me lembrei da Regra de Ouro e parei para pensar nas circunstâncias atuais, eu fiquei incomodado, com o sentimento de já estar ultrapassado.

E assim, fui pensando nas diversas situações da vida social, nas relações coletivas em que essa Regra tem sido esquecida, semelhante as que eu já citei e outras que eu não citei, como também nas relações pessoais.

O que me deixou em dúvida foi se esse esquecimento, essa desatenção e até mesmo o desconhecimento são influencias das relações pessoais sobre as relações coletivas ou se é o contrario. As comunicações de massa tambem influenciam as relações pessoais.

Por outro lado, quem não aprendeu essas regras e escolheu viver nos extremos, está sempre de braços com a força, seja para obter o que deseja ou para fazer o que esperam de si.

Onde faltam a paciência, a gentileza, a cordialidade; sobram a pressão, a violência e o medo. A violência e o medo andam de mãos dadas, vinte e quatro horas por dia. Não há quem seja mais medroso que quem adota a violência como forma de segurança e vê nela a única maneira de conservar o seu conforto.

Nesse clima em que estamos todos mergulhados, o saudosismo pode não ser o problema, mas a solução. A Regra de Ouro deve ser relembrada e atualizada, no seu sentido positivo, para fazer parte da vida coletiva e trazer de volta a segurança das pessoas.

E para quem ainda não sabe qual é a Regra de Ouro, eu digo. È a lei da reciprocidade, do “é dando que se recebe”, no melhor sentido da expressão. Vem sendo ensinada há milênios e só nos últimos tempos a humanidade despertou para ela. Entendeu que é necessário não agredir a natureza, para não sofrer as conseqüências nas catástrofes.

Nas relações pessoais, com muita dificuldade, o ser humano tem aprendido que violência atrai violência e, como dizia o velho andarilho, chamado Profeta Gentileza: “gentileza gera gentileza”.

Muitas outras formas de expressá-la passaram pela historia, mas nenhuma é tão precisa quanto aquela que diz: “ama o próximo como a si mesmo”. Nunca esquecendo que o próximo mais próximo de cada um é ele mesmo.  Ninguém oferece o que não tem, assim como ninguém recebe o que não consegue alcançar.

Fica o desejo de que cada pessoa possa viver na segurança que a sua paz proporciona e oferecê-la ao mundo, recebendo do mundo a mesma moeda. Porque a Regra não foi revogada e o Ouro não perdeu seu valor. Muito ao contrario. Por causa da escassez do ouro e de conhecimento da Regra é que a suas nobrezas continuam intocáveis de uma e do outro.

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O ORGULHO

30/08/2013 15:32

 

 

 

         O ORGULHO                                                                   

 

 

 

Sentimento bom(?) que faz com que eu me sinta mais racional e sempre me dá razão.

Ele não discute comigo. Faz a minha idéia ser a melhor, mesmo que seja a única.

O orgulho não discuti com o orgulhoso. Faz de sua idéia a melhor, ainda que seja a única. (Se sua idéia é única, é impossível avaliá-la perante outras que aos seus olhos não existem.)

Ninguém e nada pode ser melhor, sendo único. Não há meio de comparação. Não havendo o outro, não há parâmetro.

CUIDADO!... O orgulho é agradável não discuti com você  porque assim você não discuti com ele.

Ele terá sempre uma justificativa para os seus erros,  quando você admiti-los.

É... Mas preste atenção. J U S T I F I C A T I V A não é justa porque

J U S T I - (O) - F I C A - (A) T I V A. Equivale a: tornar justo o que originalmente não é. Mentira, engodo.

Afinal, por que a justificativa vem sempre depois do fato ou do feito (errado) ou do efeito insatisfatório.

O orgulho faz você ficar satisfeito na insatisfação (efeito paralisante)

Ele traz consigo sua companheira, a preguiça que traz o relaxamento impõe seu peso ao corpo provocando a inação.

Por isso é sempre bom discutir com a satisfação. Pô-la em xeque. Duvidar até que ela tenha conteúdo e razão de ser. Pois, a satisfação vazia, ôca e não resiste ao mais simples teste da razão. Mas... Tem sempre  J U S T I F I C A T I V A.

CUIDADO!....

Mas... se esse sentimento que está aí dentro do peito não lhe impede de ouvir as outras pessoas, reconhecendo os valores delas e de suas idéias, então o seu orgulho não é só um Sentimento bom, mas é também um bom sentimento, pois, ele não só alimenta seu ânimo e sua coragem, mas também sustenta seus encontros com idéias diferentes, proporcionando uma boa convivência, sem perda da identidade.

Enfim!... Sentimento é somente combustível. O que vc faz com ele? Qual o seu interesse?

Marcelo Paiva Correa

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